NOTÍCIA


Tarifa de serviços de eletricidade de Itaipu registra a primeira redução após 13 anos

Nesta terça-feira, 09 de agosto, as autoridades da Itaipu Binacional anunciaram que a tarifa de serviço de eletricidade para o exercício de 2022 teve uma redução de 8,2%. Essa é a primeira redução da tarifa de Itaipu após 13 anos, permitindo a redução da conta de luz do consumidor da energia gerada pela usina.

O custo unitário dos serviços de eletricidade (Cuse) para o ano de 2022 ficou em US$ 20,75/kW, alcançando um valor intermediário com respeito às propostas pleiteadas inicialmente por ambas as margens da binacional. O Brasil defendia um valor de US$ 18,97/kW e o Paraguai queria manter os US$ 22,60/kW.


O consenso foi alcançado após um processo de análise das propostas de orçamento para este ano nas esferas da diretoria executiva e do conselho de administração, no âmbito da cooperação e do diálogo permanente que regem a relação entre os dois países proprietários do empreendimento hidrelétrico.

Fonte: Canal Energia


Mercado Livre: próximos passos e ajustes necessários

A Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia) divulgou, na última quarta-feira (03), que o Mercado Livre cresceu 19% em 12 meses. Ao todo, já são 28.575 consumidores.

Diante deste cenário, o Brasil registra 471 comercializadores de energia, responsáveis por negociar 63% da eletricidade comercializada no Mercado Livre e por 36% de toda a energia transacionada no país.

Para Moisés Cona, diretor do GRI Infra, grupo de networking do setor de infraestrutura, os avanços regulatórios da abertura devem ter desdobramentos diretos em dois espectros do setor elétrico: avanços tecnológicos e inovação e na bancabilidade dos projetos.

“Hoje em dia, a expansão da geração renovável se dá via Mercado Livre, e não no Regulado. Porém, a expansão da nova geração dificilmente terá financiamento caso não exista mercado consumidor”, disse.

“Logo, a continuidade do apetite do setor financeiro em projetos renováveis está diretamente relacionado com a continuidade da oferta de geração e do cronograma de abertura de mercado, de modo que possa expandir a base de consumo e gere clareza para os agentes”, explicou Cona.


Fonte: Canal Solar


Solar foi responsável por 47% do crescimento da matriz elétrica em julho

O crescimento na matriz elétrica brasileira verificado no mês de julho deste ano foi de 708,78 MW, segundo dados contabilizados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Desse montante, quase a metade (47%) é decorrente da entrada em operação comercial de usinas solares fotovoltaicas, com total de 330,51 MW.

As usinas eólicas que começaram a operar comercialmente em julho totalizam 184,12 MW. Já as termelétricas contabilizam 145,85 MW; enquanto as hidrelétricas, 47,3 MW. Uma central geradora hidrelétrica também registrou a entrada de 1 MW na matriz.

Ao todo, a expansão verificada em 2022, até julho, foi de 3.124 MW, com novos empreendimentos em 16 estados das cinco regiões brasileiras. Os estados com maior expansão na capacidade de geração elétrica são, em ordem decrescente, Bahia (556,02 MW), Rio Grande do Norte (521,14 MW) e Minas Gerais (456,05 MW).

A potência total instalada no Brasil, até junho, foi de 184.140,5 MW, dos quais 83,13% são impulsionadas por fontes consideradas sustentáveis, com baixa emissão de gases do efeito estufa.

Fonte: Canal Solar


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